sábado, 17 de fevereiro de 2024

Os 35 anos do Sindicato dos Radialistas

Neste sábado (17/02), 50 profissionais das empresas de radiodifusão de Santarém serão homenageados, durante a festa dos 35 anos de existência do Sindicato dos Trabalhadores em Empresas de Radiodifusão e Televisão de Santarém (SINTERT), ou mais popularmente conhecido como Sindicato dos Radialistas.

Recebi o convite (foto) informando que meu nome foi lembrado pela atual diretoria para constar nessa seleta lista. Isso se deve ao fato de eu ter contribuído com a fundação da antiga Associação Profissional dos Trabalhadores em Empresas de Radiodifusão e Televisão de Santarém (APROTERTS), da qual fui vice-presidente na curta existência da entidade (1987/1988).

A festa deste sábado começa às 17h30 na sede do Sindicato dos Comerciários de Santarém, do qual (pasmem!) eu poderia ter sido presidente em 1985, se não tivesse ido trabalhar como repórter de rádio! Mas ser homenageado pelo Sindicato que ajudei a fundar, não tem preço. É o melhor presente que eu poderia receber este ano, quando completo 4 décadas de atividades como comunicador social (em maio).

Mesmo como concursado do Tribunal de Justiça do Pará (TJPA), desde 2003, não me afastei do mundo da comunicação. Até hoje, sempre que surge uma oportunidade atuo como freelancer em algum projeto jornalístico (o último deles foi na Guarany FM, no programa jornalístico matutino Cartas na Mesa, em parceria com uma dezena de parceiros da área, entre 2019 e 2020). Ou nas redes sociais com informações e comentários diversos. E tampouco me afastei das organizações sindicais das outras categorias a que pertenço (jornalistas e serventuários da Justiça), embora com menor intensidade de ação.

Desde já, agradeço à atual diretoria do Sindicato, na pessoa do presidente Sullyvan Almeida, pela honraria. Me foi pedido por ele que eu tentasse resgatar pela memória um pouco da história do Sindicato que pudesse ser repassada aos radialistas que estarão presentes ao evento. Gostei da ideia, mas como a solicitação foi feita esta semana, acabei não conseguindo parar para escrever algo. Mas fui aos poucos resgatando lembranças e busquei anotações para fazer esse texto que compartilho no meu “abandonado” blog e que estará à disposição de todos.

O início de tudo

Vim de Belém (onde nasci) para Santarém, em 1978. Com 15 anos, trabalhava na lanchonete de meu pai, um imigrante grego perdido na Amazônia. Me tornei militante sindical aos 17 anos, quando participei da extinta Associação dos Comerciários (fundada em 1979 pelo comerciário Pedro Peloso, que 30 anos depois foi eleito vereador pelo PT).

Essa entidade era influenciada pelo movimento surgido em Santarém, alguns anos antes, conhecido como Corrente Sindical Lavradores Unidos (CSLU), que conquistou a diretoria do principal Sindicato de Trabalhadores Rurais da região, além da Colônia de Pescadores Z-20 e Sindicato dos Trabalhadores da Construção Civil e outras entidades.

A força da Associação entre os trabalhadores do comércio foi tão grande que levou os grandes empresários de Santarém a intervirem junto ao então ministro do Trabalho, Jarbas Passarinho, para liberar a Carta Sindical do antigo Sindicato dos Comerciário, que havia sido casada por irregularidades, e logo providenciaram a eleição de uma diretoria favorável a eles. Nós da Associação, no infiltramos na “nova” entidade, e depois acabamos elegendo um presidente, que estava me preparando para sucedê-lo. Mas acabei mudando de categoria, ao passar no teste de repórter da Rádio Rural, em 1984...

Vivi essas experiências e também a participação em movimentos populares nos bairros da periferia onde vi nascerem associações que lutavam por melhorias urbanísticas. Carreguei tudo isso para o ambiente de trabalho nas empresas de comunicação em que atuei, e acabei ajudando na organização sindical de meus colegas.

40 anos sem sindicato

Nós, radialistas, sempre fomos uma categoria dividida em pelo menos três subgrupos, do ponto de vista da atuação sindical: os comunicadores, com seus programas de variedades e a luta pela audiência e patrocínios comerciais, cujo ego inflado afasta a maioria desses profissionais de movimentos pelas reivindicações da classe; os técnicos, que atuam nos bastidores e sofrem com cargas pesadas de trabalho e salários ainda mais baixos, o que os torna a massa mais “operária” da categoria; e os produtores de conteúdo, que nos áureos tempos, em sua maioria, tinham maior tendência a posturas mais à esquerda, e portanto, mais propensos a assumirem a vanguarda do sindicalismo (hoje, uma grande quantidade desses profissiomais já não pensa assim, e acaba sendo manipulado por ideias da Direita, do Patronato).

A categoria de radialistas em Santarém, que já existia há quase 40 anos naquela década de 1980, nunca se organizou para reivindicar nada. O máximo que se fez foi criar grupos mais “festivos”, para eventos de fins de semana. Na principal emissora de Santarém, a Rádio Rural AM, havia o famoso Clube do Rádio que era uma espécie de agremiação de congraçamento, esportividade e promoção de eventos externos para se aproximar dos ouvintes.

No início dos anos 1980 ocorreu o “boom” de emissoras em Santarém. Até 1979, tínhamos apenas duas emissoras de rádio AM funcionando com algo em torno de 50 funcionários: a Clube AM (hoje, Ponta Negra FM), que existia desde 1948, e a Rural AM (hoje FM), da Igreja Católica, que este ano completa 60 anos. 

A TV Tapajós (Globo) surgiu em 1979, e no ano seguinte a Tapajós FM do mesmo grupo (hoje mais conhecida como 94 FM). Em seguida, vieram a Guarany FM, a Tropical AM (hoje Clube FM), e depois as TVs Ponta Negra (SBT), Santarém (hoje RBA, ainda filiada à Band), e outras mais. Ou seja, a categoria de trabalhadores do Rádio mais que triplicou num período de 10 anos, ao mesmo tempo que os anunciantes do comércio e as verbas públicas da Prefeitura Municipal de Santarém (PMS) começaram a ser disputados entre todas as empresas. Estas, mal pagavam em dia o salário mínimo aos radialistas, instalando o caos que despertou a consciência de que havia a necessidade de se organizar em sindicato.

O hoje analista de pesquisas de marketing Dornélio Silva, outro que, como eu, tinha raízes nos movimentos sociais (foi seminarista e morou em Belém por alguns anos, onde junto com outro jornalista santareno, José Maria Piteira, apoiou movimentos de sem-teto, em bairros de periferia) era redator da Rural AM e assumiu a gerência de jornalismo com a ida de Eriberto Santos para a Assessoria de Comunicação (Ascom) da PMS, em 1985. Nos tornamos parceiros mais próximos, principalmente quando criei o primeiro programa policial de Santarém (Plantão da Cidade), com o apoio do saudoso Jota Parente, gerente de programação da emissora. Misturamos jornalismo, com humor e denúncia dos desmandos dos órgãos públicos. O sucesso de público foi imediato.

Eu e Dornélio passamos a ser unha e carne. Da parceria, viramos amigos e resolvemos nos articular para “sacudir” a categoria, começando pela nossa emissora. Reativamos o Clube do Rádio – com apoio da gerência da Rural – tendo como objetivo unir e animar os radialistas da “família Rural” abalada pela saída de nomes famosos para as novas emissoras. Posso afirmar que, ali, começamos a germinar a semente do que é hoje o Sindicato dos Radialistas. Mas um outro fato, acabou impulsionando o movimento para fora da emissora. 

Novos tempos com Ascoms

Para explicar o fato que iniciou uma articulação para a criação de uma entidade dos radialistas, é preciso contextualizar o ambiente político que vivíamos naqueles dias. Em meados dos anos 1980, Santarém começava a respirar democracia: depois de quase duas décadas a população voltava às urnas para eleger um prefeito pelo voto, pondo fim à famigerada Área de Segurança Nacional imposta pela Ditadura Militar.

Como política e comunicação sempre andaram juntas (pelo bem ou pelo mal), os novos ares sugeriam uma maior profissionalização nessa relação. A Câmara Municipal saiu na frente ao criar a primeira Assessoria de Comunicação (Ascom) de um órgão público, através do vereador Oti Santos (PMDB), presidente do Legislativo e radialista da elite da Rural que tinha essa sensibilidade democrática. Ele convidou Dornélio Silva para exercer o cargo e quando assumiu a Prefeitura, chamou Eriberto Santos para assumir a Ascom da PMS no chamado “mandato-tampinha” (depois viria o mandato-tampão”, com o engenheiro Adelerme Cavalcante, indicado pelo governador Jader Barbalho, para assumir a vaga do exonerado Ronan Liberal, último prefeito-biônico de Santarém).

O PMDB, com Ronaldo Campos (1942-2017), pai do vereador JK, chegou ao poder municipal nas eleições de 1985, e assumiu a prefeitura em março de 1986. Mas a relação com a imprensa, que já não era boa, passou por uma fase um pouco mais açodada no início. Ronaldo era considerado um líder da oposição contra a Ditadura, mas tinha modos um tanto grosseiros de tratamento com as pessoas, que nem mesmo a sensibilidade artística de seu Ascom Eriberto Santos conseguia controlar. (além de jornalista, Eriberto comandava os finais de semana com um programa de serenatas ao vivo, pela Rádio Rural, com o bordão “De coração para coração”).

Antes de assumir a prefeitura, Ronaldo Campos, que tinha um mandato de deputado federal, teve um célebre atrito com profissionais de comunicação (entre eles, eu). Durante uma famosa entrevista coletiva realizada na prefeitura de Santarém (quando Oti era o prefeito), destratou os repórteres das quatro emissoras presentes na coletiva: Milton Correa, o Miltinho, do Jornal de Santarém, Ribamar Fernandes, pela TV Tapajós, Jurandir Anselmo, pela Guarany FM, e eu pela Rádio Rural.

A entrevista foi convocada por ele para rebater denúncias do ex-prefeito Ronan Liberal, de que Ronaldo incentivava invasões de terras. Mas a forma deselegante de RC com os repórteres levou os quatro a se reunirem e produzirem uma Nota de Repúdio contra aquela atitude. Todos assinaram e se comprometeram em divulgar em suas empresas. Logicamente foram barrados pelos donos das empresas, por ser “inaceitável” um ato de rebeldia como aquele ser publicado. O único que acabou publicando fui eu, no Jornal da Manhã da Rádio Rural, do qual era redator! A divulgação da nota, só neste noticiário, foi o estopim para punições ou reprimendas aos profissionais. 

A TV Tapajós divulgou nota antes de seu telejornal do fim de tarde, desautorizando seu repórter publicamente. Em seguida o noticiário começou com o Ribamar Fernandes ostentando um sorriso amarelo... Eu levei uma reprimenda do gerente da emissora, Eduardo dos Anjos (hoje, oficial e Justiça aposentado) e também do jornalista Manuel Dutra, que nessa época tinha uma relação profissional com RC (anos depois rompida, quando me defendeu nos processos movidos contra mim pelo prefeito). Esse evento gerou solidariedade entre nós, e começamos a marcar pequenas reuniões para discutir a criação de uma Associação.

Da Associação ao Sindicato

Nessa época, para se criar um sindicato, inicialmente era preciso criar uma associação profissional. Começamos a convidar colegas da Tapajós, onde havia uma grande insatisfação sobre salários e o cotidiano. Da Guarany, onde a maioria era ligada à família, poucos participavam. Começou nossa parceria com Sindicato dos Trabalhadores da Construção Civil, que nos sedia sua sala, nos altos do prédio que funcionava na Mendonça com a Barão, em frente aos cemitérios. Conseguimos um modelo de estatuto da Associação Profissional do Biomédicos e a usamos como base para formular o nosso.

Definimos uma data para uma assembleia onde aprovamos o estatuto e elegemos a primeira diretoria da APROTERTS (o nome soava estranho...rs). A primeira diretoria era formada por 13 membros, tendo à frente nos cargos executivos: Dornélio Silva, da Rural (Presidente), Jota Ninos, da Rural (vice), Paulo Marialva, da TV Tapajós (secretário), Adilson Sousa, Tapajós FM (tesoureiro). 

A posse da diretoria foi na sede do Fluminense, em assembleia concorrida, com a participação de muitos colegas. Iniciamos o processo de filiação de associados e reuníamos mensalmente. Ainda não tínhamos forças de reivindicação. Acompanhávamos os problemas e de vez em quando fazíamos denúncias. Mas depois de um ano, a participação foi minguando.

A diretoria começou a se desfazer, por questões profissionais. Primeiro foi o secretário que se mudou pra trabalhar em Monte Alegre. Depois o tesoureiro que passou num concurso para atuar como operador de vôos em aeroportos. Aí o presidente, por questões familiares e profissionais, teve que viajar a Belém. Assumi a presidência por poucos meses, até viajar para a Europa (no meu autoexílio). 

Já não havia diretores para ficar à frente da Associação. Convocamos uma assembleia para decidir sobre isso. Um grupo de radialistas, principalmente da área esportiva, queria emplacar o nome do comentarista esportivo Luís Carlos Botelho (Tio Lalá), para assumir a Associação, mas a maioria da Assembleia designou o último suplente da Diretoria para a tarefa, o Adelson Sousa, à época trabalhando como operador na TV Tapajós.

Com o advento da nova Constituição, a obrigatoriedade de ter uma associação antes de criar um Sindicato acabou e os filiados da APROTERTS liderados por Adelson Sousa realizaram uma assembleia e votaram um novo estatuto, criando o Sindicato dos Radialistas em janeiro de 1989. Uma diretoria provisória foi eleita para um ano de mandato. 

A dobradinha Rural/Tapajós se manteve sucessivamente por anos, garantindo a eleição de uma chapa sempre contra outra que recebia apoio dos empresários. Geralmente as duas empresas elegiam o presidente ou vice.

As direções do Sindicato desde 1989

Um dos grandes problemas do Sindicato está realmente em seus registros históricos, em função de alguns documentos terem sido perdidos em sucessivas mudanças, já que a entidade ainda não tem um prédio próprio. Vou sugerir que a atual diretoria tente resgatar e confirmar alguns desses dados aqui levantados, num Projeto de Memória do Rádio para se possa inserir essas informações numa plataforma virtual, juntamente com outras informações sobre a história do Rádio que já existem, para que as futuras gerações de radialistas tenham acesso à nossa rica história.

A partir daqui, vou tentar reconstituir a linha do tempo das diretorias, sendo que muitos dos dados são de minhas memórias (por isso pode conter falhas). Agradeço à ajuda para resgatar alguns desses dados aos colegas Sullywan Almeida, Daleuson Carvalho e Nonato Costa.

Vou informar somente os nomes que encabeçaram as diretorias (presidente e vice), mas talvez cometa algum deslize nas lembranças. Caso algum colega tenha uma informação diferente pode me repassar para que eu faça o devido ajuste no futuro:

- Em 1989, é eleita a primeira diretoria do Sindicato, tendo à frente Adelson Sousa (Rural), presidente, e Augusto Sousa (Tapajós), vice, que de acordo com o estatuto teria somente um ano, para estruturar a nova entidade;

 - Em 1990, Ormano Sousa (Rural) sucedeu a Adelson, mantendo o mesmo vice, Augusto Sousa (Tapajós);

- Em 1992, Ormano Sousa (Rural) foi reconduzido para mais dois anos de gestão, tendo Paulinho Brito (Tapajós) como vice. Nessa gestão houve um salto de qualidade na relação de classes, quando se conseguiu aprovar o primeiro Acordo Coletivo com as empresas. Foi definido o piso salarial da categoria que era um pouco maior que o salário mínimo. E os embates entre o Sindicato e as empresas acontecem desde então, anualmente, com os advogados das duas partes sempre reunindo para tentar um consenso;

- Em 1994, foi a vez de Paulo Thiammer (Tapajós), assumir a presidência com Cristóvão Pena (Peninha), da Rural, na vice. Pela primeira vez os jornalistas não tinha representante na cabeça da chapa, o que Ormano Sousa chamou (em entrevista a um jornal) de “revolução das bases”;

- Em 1996, o escolhido para encabeçar a chapa foi Roney Oliveira (Guarany), tendo como vice José Rodrigues (Tapajós), o Zé Gotinha. Essa gestão deveria terminar em 1997, mas acabou tendo uma prorrogação do mandato decidida em Assembleia. Após a prorrogação, a Assembleia Geral decidiu fazer mudanças no estatuto e definiu a constituição de uma junta governativa para organizar o sindicato no período, já que Roney se recusou prorrogar o mandato novamente. Coube a Ormano Sousa (Rural), assumir essa gestão temporária. Os debates sobre o novo estatuto ocorreram em 1999 e após aprovado o documento, nova eleição foi marcada para 2000;

- Em 2000, assumiu o comando do Sindicato a jornalista Rosa Rodrigues (Rural), tendo como vice Jacinto Silva (Tapajós). Aqui, duas novidades: pela primeira vez, uma mulher assumia a presidência e um funcionário que trabalhava como vigia de emissora, se tornava vice. Lembrando que o Sindicato congregava todos os trabalhadores da empresa, independente de terem atividades da área de radiodifusão. Nesse mandato também foi votada pela assembleia uma prorrogação de um ano, em função de ajustes na organização burocrática;

- Em 2003, Daleuson Carvalho (Rural) assume a direção do sindicato, tendo Valdenilson dos Anjos (Tapajós), como vice. Esta gestão modificou em assembleia, mais uma vez o estatuto, aumentando o período de gestão de 2 para 3 anos;

- Em 2005, Daleuson e Valdenilson foram reconduzidos ao cargo de presidente e vice, agora com três anos de mandato;

- Em 2008, foi a vez de Minael Andrade (Rural) assumir o Sindicato, tendo como vice Betinho Sousa (TV Santarém);

- Em 2011, Augusto Sousa (TV Amazônia) assumiu a presidência, tendo como vice Francisco Salles (Rural);

- Em 2014, Augusto Sousa (TV Amazônia) foi reconduzido ao cargo de presidente, mas com novo vice, Edneu Aracaty (Guarany);

- Em 2017, chega à presidência Sullyvan Almeida (Tapajós), tendo como vice Augusto Sousa (TV Amazônia). Foi nessa gestão que ocorreu a 1ª greve da história do Rádio em Santarém, com o apoio do Sindicato. Os trabalhadores da Rádio Rural cruzaram os braços, diante da crise da emissora que atrasou pagamentos (foto);

- Em 2020, Sullyvan Almeida foi reconduzido ao cargo para mais um mandato, tendo como vice Edneu Aracaty (Guarany). Nessa gestão aconteceu nova mudança no estatuto que acabou com a proibição de um dirigente ser reconduzido ao cargo somente mais uma vez. Também foi criado um novo cargo, o de 2º vice-presidente;

- Em 2023, Sullyvan Almeida é reconduzido para o cargo pela terceira vez, agora com dois vice-presidentes Geraldo Cordeiro (TV Santarém) e Risonilson Lobato (TV Amazônia). Esse mandato termina em 2025.

Atualmente, o SINTERT tem cerca de 300 associados, sendo que pelo menos um terço desse total é de sócios ativos. A categoria dos radialistas tem hoje, mais de 500 profissionais em atividade.

 

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